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Ele poderia ser mais carinhoso. Ele poderia ser mais temente a Deus. Ele poderia ser o líder que a sua casa precisa.
Ele poderia, mas ele não é.
O seu grande erro é estar apaixonada por uma versão dele que não existe. Você ignora quem ele é hoje — um homem estagnado, sem iniciativa e sem compromisso real — porque prefere se apegar a quem ele "promete" ser um dia.
Enquanto você fica presa ao que ele poderia ser, você nunca vive o que deseja com quem ele realmente é.
Você está desperdiçando o seu auge, a sua energia e o seu tempo esperando por uma mudança que não tem data para acontecer. Você aceita o desrespeito, a falta de atenção e a ausência de Deus na vida dele porque acredita que o seu "amor" vai transformá-lo.
Isso não é amor, é perda de tempo.
Um homem que não te prioriza agora, não vai te priorizar depois. Um homem que não busca a Deus por conta própria, não vai fazer isso por você.
A conta é simples: se ele não entrega o que você precisa hoje, ele não é o parceiro para o seu amanhã. O seu futuro é valioso demais para ser colocado em pausa por causa de uma expectativa vazia.
Pare de esperar e comece a agir.
Eu montei o meu novo curso para mulheres que decidiram parar de aceitar migalhas de potencial e querem aprender a se relacionar com homens de verdade.
Se você é essa mulher, responda a este e-mail com a palavra "REALIDADE" e eu te mostro como sair desse ciclo.
Com carinho,
Sara.
Obrigada por ler até aqui e até a próxima. 🌹
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The best HR advice comes from people who’ve been in the trenches.
That’s what this newsletter delivers.
I Hate it Here is your insider’s guide to surviving and thriving in HR, from someone who’s been there. It’s not about theory or buzzwords — it’s about practical, real-world advice for navigating everything from tricky managers to messy policies.
Every newsletter is written by Hebba Youssef — a Chief People Officer who’s seen it all and is here to share what actually works (and what doesn’t). We’re talking real talk, real strategies, and real support — all with a side of humor to keep you sane.
Because HR shouldn’t feel like a thankless job. And you shouldn’t feel alone in it.


